Moodle: Como funciona e como é utilizado no Ensino a distância

Está em busca do melhor modo de disponibilizar cursos on-line? Então veio ao lugar certo. Já conversamos sobre o modelo Scorm e mostramos os pontos positivos e negativos. Agora vamos falar sobre o Moodle. Assim você consegue entender melhor como ele funciona para se decidir sobre a melhor forma para ministrar seu curso. Então, vamos lá.

Primeiro, vamos desvendar o nome Moodle. Em inglês significa “Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment”. Se formos traduzir para o português teremos “ambiente de aprendizagem de desenvolvimento orientado a objetos modulares”. Apenas o nome já nos indica muito sobre o que seria o Moodle.

O Moodle, então, é um ambiente on-line criado para desenvolver a aprendizagem. Pode ser inserido tanto em cursos totalmente a distância quanto para auxiliar os presenciais. Ele é orientado com objetos modulares. Os objetos, diferente do Scorm, são as programações. Os objetos de aprendizagem do Scorm, por exemplo, podem ser executados pelo Moodle, ou outra plataforma de EAD.

Como é o Moodle

Faça agora uma rápida pesquisa no Google. Vai descobrir que várias universidades já adotaram o modelo de ensino a distância proposto pelo Moodle. Os centros acadêmicos são um ponto de referência interessante no quesito educação a distância. Mesmo assim, isso não deve ser um diferencial ao escolher essa plataforma.

É preciso ter uma noção do que seria realmente a melhor forma de inserir seu cursos. É preciso entender como o Moodle funciona, para só assim ver se ele atende suas expectativas.

No canal do YouTube do Sala de Aula 30 existe um guia prático. Ele é direcionado para que o professor entenda como utilizar o Moodle. Se é o seu caso, dá o play aí:

Basta você clicar em cada uma das universidades que encontrar e que possuírem o modelo Moodle de ensino. Assim, dará para ter uma ideia de como funciona. A página inicial seria como essa abaixo:

moodle

A maioria delas possui essa interface inicial para o login. Apenas as pessoas que possuem um login e uma senha conseguem acessar os cursos. Mas você consegue dar uma olhada em como funciona na demo do site do Moodle. Lá você pode ter acesso aos sistemas.

O Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) criou um conteúdo explicando como usar o Moodle. Se você está curioso sobre como as universidades utilizam o EAD, vale a pena dar uma olhada.

Armazenamento de arquivos

O Moodle funciona como um local para armazenamento de conteúdos. Sejam em documentos, vídeos, imagens e áudio. Ele consegue fazer o seu próprio cronograma de estudos, sem precisar seguir uma ordem pré-estabelecida. Mas isso não quer dizer que não precisa existir uma organização. Isso é essencial até para guiar o aprendizado dele.
moodleAcima temos como exemplo a página inicial do curso à distância do IFG. Repare em como tudo é clean e bem organizado. Há um calendário para guiar as próximas atividades. Além de links bem identificados para mostrar ao aluno onde encontrar cada detalhe. É possível até ver os usuários que estão on-line. E em cada um dos links dos cursos há uma sala especifica para cada turma.

Além disso, a organização é feita através de pastas temáticas. O que ajuda o aluno a enxergar o que precisa de forma mais rápida. Nesse vídeo abaixo, você tem uma ideia de como é criar um curso através do Moodle. Ele foi feito pelo canal do YouTube chamado Moodle na Prática.

Onde ver as aulas e os materiais

O número de locais em que o estudante consegue se conectar ao Moodle é um diferencial. Além disso, ele possui um aplicativo para celular. O que facilita ainda mais para aqueles alunos que vivem na internet.

Observar o comportamento dos seus alunos já é um bom começo. Isso te dará uma luz na hora de decidir qual será a melhor plataforma.

Interação no Moodle

No Moodle, é possível criar salas de bate papo. Como se fossem as comunidades que existiam no falecido Orkut há uns anos atrás. Onde era possível criar tópicos de assuntos e assim interagir através de mensagens.

É preciso ter um espaço em que os alunos possam trocar ideias e tirar suas dúvidas com os professores. Algumas instituições fazem dessa interação uma forma de distribuir os pontos do semestre.

O professor no Moodle consegue interagir com todos os alunos, observar todas as notas, adicionar e retirar tarefas.

Economia com o Moodle?

Pelo Moodle funcionar através de um site, a facilidade de executá-lo está entre a número um de suas qualidades. O lado bom e ruim também, apesar disso. Algumas empresas optam pela ferramenta como modo de economizar dinheiro. Porém, se esquecem que de nada adianta economizar se terá uma ferramenta que comprometa o ensino. E atrapalhe tudo o que está se propondo a fazer.

Vamos pensar assim. Alguém, por exemplo, resolve fazer um curso a distância se inspirando nos parâmetros do Moodle. O próprio site já disponibiliza um modelo para teste que pode ser visualizado durante alguns minutos. Assim, ele utiliza até do WordPress como plataforma para utilizar o código do Moodle e desenvolver o EAD dele. Vale lembrar que o Moodle é desenvolvido por profissionais de TI.

Pode parecer besteira, mas isso inviabiliza e menospreza a plataforma. Sem contar que o curso em si fica deficiente em alguns sentidos. Ao fazer isso a última coisa que será pensada é na usabilidade e no engajamento. E menos ainda na metodologia utilizada para o curso. Então, é preciso pensar duas vezes antes de entrar numa jogada dessas.

É claro que economizar dinheiro é um ponto importante. Mas, se formos pensar no modo como os cursos precisam engajar os alunos, tudo perde o sentido. Afinal, muito acima da economia está o balanceamento entre investimento e retorno. É preciso encontrar a plataforma que realmente seja capaz de te entregar isso. E, principalmente, com valores que se encaixem no investimento previsto na empresa.

Então, qual plataforma devo escolher?

Ministrar cursos on-line parece simples e é se utilizar uma plataforma mais assertiva. Pense assim: eu tenho um conteúdo legal e quero ministrar uma aula sobre isso. Como deve ser a minha aula? Utilizarei vídeos, documentos, áudios ou imagens? Como vou fazer para que os alunos consigam se interessar pelas aulas? Como dar uma opção de pagamento interessante? Isso tudo são só alguns pontos que devem ser pensados antes de escolher a melhor plataforma.

1. Como vou transmitir o conteúdo?

Um ponto de partida inicial, já possuímos, o meio é o on-line. Depois disso, pense sobre a forma mais atrativa e em ascensão no momento para transmitir esse conteúdo.

Atualmente, o vídeo é o mais atrativo nesse segmento. Ele é capaz de atrair tanto para a criação quanto para a junção de aprendizado e entretenimento. Criar algo que engaje o aluno o fará ainda mais interessado no curso, e transformará aquela experiência em algo positivo.

2. Divulgação do curso

Aliados ao vídeo, podemos trabalhar com documentos e até áudios. Então, precisamos de uma plataforma que suporte esses tipos de arquivos. Agora, precisamos pensar no modo como o seu aluno descobrirá esse curso e como ele vai assistir às aulas.

Uma das formas mais interessantes para se divulgar cursos on-line é através das redes sociais, e-mail marketing e o blog. Faça com que o seu curso seja visto e seja atrativo.

E onde todas essa divulgações serão vistas? Para conseguir isso é preciso ou ter um notebook ou um celular ou computador. Então, para facilitar a vida do seu aluno, é essencial que esse conteúdo esteja disponível para todas essas plataformas também.

3. Engajamento e análise

Outro ponto importante é o engajamento. Como será a sua comunicação com esse aluno? Como saberá o encaminhamento dele durante todo o curso? Como ele poderá expor suas dúvidas e até dar a opinião sobre as aulas que assistiu?

No Aio, por exemplo, existem métodos de acompanhar e analisar todo o desenvolvimento do aluno. Você pode ver quais vídeos ele assistiu, onde parou, onde repetiu e até onde pulou. Tudo isso com uma base analítica muito clara e lúdica.

Além disso, consegue ter um feedback dos conteúdos. A avaliação é oculta, com isso os alunos não são identificados. O que faz com que seja ainda mais sincera. E assim terá reais conclusões sobre a qualidade do conteúdo apresentado.

4. Formas de pagamento

Agora, deixe por último um quesito essencial na decisão sobre a melhor plataforma: os métodos de pagamento. Quanto mais formas garantir de pagamento ao seu aluno ou futuro aluno, melhor. Entregue formas do PayPal até o boleto.

Faça com que ele possa dividir até o máximo de vezes que ele conseguir. Opte sempre por facilitar a vida de quem vai adquirir o seu curso. Faça com que o valor total não seja um impedimento. Assim, o aluno poderá pagar em pequenas quantias ao longo de todo o ano.

Quer conhecer uma plataforma que garanta tudo isso? Que tal usar o Aio de forma gratuita para 10 colaboradores?

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Ana Clara Carvalho é escritora, jornalista e blogueira do Diário da Aninha Carvalho. Adora descobrir o que há por trás de séries, filmes e ama escrever, tanto que publicou o primeiro livro aos 20 anos. Além disso, adora gravar vídeos para o canal no YouTube e agora faz vídeos para o Aio também. Ela vai te ajudar a entender o mundo dos cursos on-line tanto para o ensino quanto para treinamentos corporativos como redatora do blog Meu Aio. Então, se quiser falar com a Ana basta comentar abaixo, interagir nas redes sociais ou entrar em contato pelo e-mail: acarvalho@barbaruiva.com. Ah! Ela adoraria ter você como seguidor no Instagram! #FicaDica