Como fazer cursos e-learning para treinar funcionários

Seja antes, durante ou após uma crise – como a que o Brasil está superando –, uma coisa é certa: investir na capacitação dos colaboradores é uma ótima aposta para atrair e reter talentos. Embora a sala de aula ainda proporcione uma boa troca de conhecimentos, a agilidade das ferramentas online colabora, e muito, para o sucesso de um treinamento. Por esses e outros motivos, os cursos e-learning estão cada vez mais em alta em qualquer proposta de aprendizado.

Conforme o nome já sugere, cursos e-learning  são aqueles oferecidos num suporte eletrônico. E na maior parte dos casos, eles são disponibilizados aos alunos na modalidade à distância. Nos dias de hoje, é comum ver pessoas estudando na frente de um computador conectado à internet. Porém, no passado, tais cursos eram oferecidos via CDs, DVDs e outros suportes que caíram em desuso, devido à expansão da web.

Como consequência disso, é importante ressaltar que os cursos e-learning sempre surgem no mercado em novos formatos. Além da recente onda dos games (utilização de jogos para promover treinamentos), podemos citar também outros dois recursos: o adaptive learning (método que tem a proposta de oferecer uma formação alinhada ao perfil do colaborador), e, é claro, a infalível videoaula.

Mas, afinal, como fazer cursos e-learning para treinar funcionários? Quais são as principais etapas que o gestor de treinamento deve seguir, até ser capaz de promover capacitação para o time?

As respostas estão neste conteúdo e você vai aprender a:

  • Construir cursos e-learning do zero;
  • Planejar o conteúdo de suas aulas;
  • Veicular seus cursos com as melhores ferramentas.

Planejando cursos e-learning

Nenhuma ação que envolva uma estratégia corporativa pode ser feita sem um planejamento, não é mesmo? Afinal, para saber o que fazer, é preciso entender aonde se quer chegar. Em outras palavras, é preciso alinhar a estratégia dos cursos e-learning aos objetivos da empresa. Tais metas podem ser: vender mais, atender melhor o cliente, inovar os produtos, entre outras.

Seja qual for o objetivo, é importante que o curso traga uma nova formação ou que amplie um conhecimento já adquirido. Se o funcionário perceber que o curso não lhe trará um “algo a mais”, o investimento pode gerar pouco retorno.

Por isso, é importante saber quais são os “gaps” de formação da companhia (que conhecimento está em falta). As pesquisas de clima organizacional podem sugerir boas respostas, caso você ainda não tenha ideia do que possa ser.

Como criar o conteúdo das aulas

Munido de informações sobre as necessidades da empresa, em termos de treinamento, é hora de pensar no conteúdo a ser ensinado. Essa tarefa pode ser feita por sua equipe de recursos humanos, em parceria com o gestor de uma área. Outra opção é contratar uma empresa terceirizada e devidamente apta para tal finalidade.

Seja como for, é importante que a equipe de elaboração de conteúdo esteja ciente dos objetivos anteriormente traçados. O conteudista deve ter um bom conhecimento  da disciplina a ser abordada, do mercado e das tendências.

Em relação ao formato de apresentação dos conteúdos, podemos recomendar as videoaulas, que são dinâmicas e bastante atrativas. Elas remetem a uma sala de aula, porém mais moderna. Artigos, gráficos, e-books, documentários, testes e outros materiais complementares podem somar e enriquecer o curso.

O importante é que esses materiais apresentem um conteúdo dinâmico e bem explicativo e que se complete com testes e exercícios.

As melhores ferramentas

Na introdução deste artigo, listamos três recursos ou ferramentas de promoção de cursos e-learning: os games, o adaptive learning e as videoaulas. A escolha por uma ou mais delas também vai depender dos objetivos traçados para o treinamento.

Por exemplo: se a ideia é promover um curso mais flexível, uma boa opção é apostar nas videoaulas. Por meio delas, o funcionário pode escolher qual é o melhor horário e local para se dedicar à formação proposta. Basta que ele tenha acesso à Internet, seja no computador ou até no smartphone.

Mas atenção! A videoaula deve ser bem estruturada em termos de imagens e som. Aulas monótonas, com meras apresentações de slides e uma narração ao fundo, podem desmotivar um estudante.

Dicas para montar uma videoaula

A figura de um professor, um instrutor, cabe bem numa videoaula. E a pessoa que ficar responsável por se apresentar aos alunos deve ter boa dicção, postura e aparência profissional. Além de tudo isso, o mais importante é que ele tenha domínio do assunto tratado no curso.

Um ponto interessante da videoaula é a possibilidade de criar arquivos de conteúdos em uma espécie de Youtube Corporativo. Dessa forma, os funcionários podem assistir às aulas mais de uma vez, reforçando os conteúdos; e você, gestor, pode disponibilizar o mesmo curso e-learning para os novos colaboradores, gerando economia para a empresa.

Outras ferramentas de e-learning

Adaptive learning

Recurso que permite a personalização das aulas, conforme o perfil e nível de conhecimento do colaborador. Pode ser oferecido por meio da instalação de plataformas adaptativas; tratam-se de softwares de computador que propõem atividades diferentes para cada estudante. Essa personalização acontece a partir da observação e da coleta de dados sobre a performance de um estudante.

Games

Sim! É possível utilizar a lógica dos jogos eletrônicos em processos de treinamento de pessoas. Além das aulas, um ponto alto dos cursos e-learning via games é o espaço para a realização de tarefas, que oferecem desafios e até recompensas. Uma área que vem apostando alto nessa ideia é a do ensino de idiomas. O Duolingo é um famoso exemplo e você pode dar uma olhada em como ele funciona para entender a gamificação.

Colocando cursos e-learning no ar

Após a realização das etapas acima mencionadas, é hora de disponibilizar o curso para os colaboradores. Para tanto, você vai precisar contar com uma plataforma e-learning, ou seja, um ambiente virtual de aprendizado.

Tal ferramenta deve ser capaz de apresentar o conteúdo de uma forma dinâmica e de facilitar a vida do administrador – especialmente na hora de acompanhar as performances.

Um produto que atende a essas e outras demandas é o Aio, uma plataforma para cursos e-learning efetiva, ágil e engajadora.  O Aio pode ser até entendido como um Youtube Corporativo.

Entretanto, além de simplesmente veicular as aulas de um jeito inovador, a plataforma conta ainda com outros recursos, como quizzes nos vídeos, feedbacks dos conteúdos e espaço colaborativo para alunos. Tudo isso acaba gerando um alto nível de engajamento e um bom retorno sobre o investimento.

Outro diferencial do Aio é que a plataforma foi construída com foco em dispositivos móveis (tablets, smartphones, notebooks, etc).  Ou seja, o colaborador pode acessar o treinamento na palma da mão.

As vantagens do Aio também são percebidas pelo gestor do treinamento. Por meio da plataforma, é possível colocar um mesmo administrador para designar conteúdos de qualificação para grupos específicos. Simultaneamente, ele também consegue fazer a gestão dos treinamentos e o acompanhamento da progressão (coletiva e individual) de cada vídeo.

Etapa final

Os pontos altos do Aio não param por aqui. Por isso, vale a pena conhecer melhor essa ferramenta e suas possibilidades, especialmente se essa for a primeira vez que você vai promover treinamento para funcionários.

A recomendação é que você não perca tempo e marque agora mesmo uma consultoria no Aio. Nosso time vai te ajudar a entender melhor o funcionamento da ferramenta e promover, de uma vez por todas, os seus cursos e-learning.

Se desejar, você também pode conferir como é o funcionamento do Aio de uma maneira mais detalhada. No tutorial, mostramos que é possível (e muito fácil) melhorar a gestão de conhecimento e treinamento dentro da sua empresa.

 

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Matt Montenegro
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Matt Montenegro é fundador do Barba Ruiva, que funciona como um guarda-chuvas para o Beved, um mercado livre de cursos online, o Vida de Startup, este blog onde é escritor e criador e o Aio, um YouTube corporativo para base de conhecimento, comunicação interna e mini-treinamentos para empresas. Também é formado em Comunicação Social(Publicidade) na Newton Paiva, cursou a Pós-Graduação em Design de Interação na PUC e especialista em User Experience. É membro ativo do SanPedroValley, comunidade auto-gerenciada de startups da região metropolitana de Belo Horizonte.